terça-feira, 29 de junho de 2010

nada a fazer - isso arde.

Nunca antes encontrada em situações que não permitem seus excessos, a menina agora não possui orientação alguma. Seus truques foram todos probidos, suas vontades sufocadas. Não arrisque Pequena, pois qualquer tentativa esbarrará nas bordas do curto espaço de importância em que se colocou.
Ajoelhe e reze, é o que lhe é cabido agora.
Peça com força para que por mais claro que esteja o céu nos próximos dias, ele queira tanto quanto você, voltar para a noite de sábado.
Que recorde com saudade do paraíso perigoso.
Que sua lembrança o atormente de forma doce.
Os caminhos estão traçados e as portas e janelas abertas.
Ela espera.

O vento vai dizer

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