terça-feira, 6 de abril de 2010

nem só de pão vive o homem. (mateus 4:4)

Assim, religiosamente inicio meu post-relato de um feriado, que pra mim foi sagrado.
Nem só de pão vive o homem, e do resto que se vive, eu pude gloriosamente provar nessa páscoa. Reconheço que narração em blog estilo 'Querido diário, ontem foi demais, eu...' é um porre, nojento até, mas é necessário que eu registre, ainda que parcialmente e com bom senso, dias que não quero que fiquem para trás. Por isso já adianto: o conteúdo das linhas que sucedem é sim um-porre-de-narração-estilo-diário, quem não tem estômago, aperte o 'x' no canto direito superior da tela e volte amanhã.

Demorei 20 minutos para iniciar esse novo parágrafo.
Odeio desistências, mas é alegremente triste reconhecer que os fatos mais incríveis desses dias, não devem ser publicados. Não assim, tão verídicamente registrados, documentados. Talvez mais pra frente, escrevendo um romance, eu dê outros nomes aos personagens, que em seus nomes verdadeiros darão risada ao se identificar. Mas por enquanto vamos ficar por isso mesmo. E desculpa quem continuou acompanhando, a narrativa não vai rolar. Devo me comportar, e continuar compromentendo apenas a mim nesse espaço.
Por falar em mim, ando muito bem, começo a semana de alma lavada, com a sensação macia de que as coisas estão se encaminhando. Meio nostálgica talvez, mas é consequência inevitável de momentos bem vividos. Muito bem vividos.



Brindai a vida. Paz, amor e sol pra quem precisa.

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